carrego esta dor latejante nas pálpebras como na boca sorrisos perversos
vermelhos e cheios
da bruma de outros tempos
onde éramos fogo ao invés de versos
carrego comigo baladas amargas que a trova jamais verá dedilhadas
no retumbar de uma guitarra
e na boca trago águas
de línguas antigas outrora sagradas.
vermelhos e cheios
da bruma de outros tempos
onde éramos fogo ao invés de versos
carrego comigo baladas amargas que a trova jamais verá dedilhadas
no retumbar de uma guitarra
e na boca trago águas
de línguas antigas outrora sagradas.
